segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Projeto de pesquisa

A sétima aula de metodologia, posterior a aula sobre mapas conceituais, foi utilizada pelo professor a fim de propor que nós fizessemos um projeto de pesquisa como última nota complementar do semestre letivo. A sala foi então separada em grupos de afinidade, e cada grupo escolheu uma especialização odontológica. Essa especialização foi utilizada como centro dos respectivos projetos de pesquisa, obedecendo as regras da ABNT, ou seja, foi escolhida uma problemática a ser tratada no projeto. Eu fiquei inserido no grupo de IMPLANTODONTIA, juntamente com os seguintes colegas:




Allan Corsini
Bárbara Maria
Édlla Virgínia
Larissa Gama
Tamiris Fróes

A problemática escolhida pelo grupo, inicialmente, foi apenas "O alto custo dos tratamento de implante dentário". No entanto, com o passar de certo tempo e a dificuldade que o grupo estava encontrando em abordar este tema, bem como com o auxílio do professor Eric, decidimos expandir mais a nossa problemática. Foi com isso que surgiu a idéia de usarmos o procedimento de carga imediata como medida solucionadora da nossa problemática proposta.



As aulas que se seguiram (8ª, 9ª, 10ª e 11ª) foram utilizadas exatamente para este fim: a concretização do projeto de pesquisa. Entre sala de aula, biblioteca, e até encontros "extra-universidade", pudemos fazer a leitura dos artigos que utilizamos na realização do nosso projeto, e dar continuidade ao mesmo. A proposta do professor foi de que ao longo destas semanas deveríamos entregar partes do trabalho em uma sequência lógica, de forma que ele nos orientaria quando se fizesse necessário, e ao final do semestre o trabalho estivesse concluído. Levando em consideração alguns atrasos havidos, o projeto de pesquisa foi concluido com o auxílio do professor durante todas essas aulas.

Mapas conceituais!

Esse post vai tratar acerca da sexta aula de metodologia, na qual o professor Eric Maheu fez uma abordagem sobre mapas conceituais. Mapa conceitual nada mais é do que uma ferramenta que explicita determinado conhecimento (de qualquer assunto que seja) de forma organizada e concisa. É, portanto, uma "ótima pedida" para textos que competem clareza e dinâmica. Durante a aula, o professor nos mostrou os diferentes tipos de mapas conceituais e como ele deve ser construído. Percebemos que esta construção deve acontecer de forma semelhante a um funil, ou seja, os conceitos mais abragentes e gerais devem ser colocados no topo do mapa, e os conceitos mais específicos devem ser postos na base, de forma que o mapa conceitual deve obedecer uma hierarquia conceitual, como veremos nos exemplos abaixo. Os mapas conceituais podem ser de diferentes formas:

*Mapa conceitual - teia de aranha

*Mapa conceitual - fluxograma


*Mapa conceitual - entrada e saída

*Mapa conceitual - hierárquico

domingo, 7 de novembro de 2010

Vamos aos periódicos?

Esse post vai tratar sobre a aula do dia 05/10, um tanto incomum. Nessa aula, saímos da sala de aula, colocamos a teoria de lado, e fomos à Biblioteca Central da Uefs, a fim de ficharmos alguns artigos periódicos.


A aula foi a melhor até então, pois, antes de mais nada, trabalhamos diretamente com a área em que estamos de fato inseridos (ou querendo nos inserir, uahuahuah): Odontologia.




Os artigos foram referentes a assuntos ligados ao curso e pudemos conhecer um pouco mais, de forma prática, sobre o que vamos enfrentar logo mais (pelas clínicas da vida, rs). Essa aula foi como a parte prática da aula anterior, e foi válida do ponto de vista metodológico também, pois fugiu à rotina da aula, e propôs um método mais dinâmico de ensino. Sem dúvidas, a aula contribuiu para um melhor entendimento do conteúdo proposto.

FICHAR, eis um dilema!

A aula do dia 28/09, como o próprio título do post sugere, foi sobre fichas e fichamentos. Pudemos saber a real diferença entre ambos, tendo consciência de que ficha é qualquer documento particular- não obrigatoriamente socializável, que sirva de resumo para posteriores consultas e fichamento refere-se a um documento mais formal, ligado à normas e regras. Regras essas que podem incluir citações em suas diversas formas (formal, informal, etc), que, aliás, foi o subtema central da aula proposta pelo professor. Foi uma aula produtiva, onde pudemos de forma teórica aprender sobre fichas e fichamentos, bem como suas peculiaridades.

E-mails, revistas, jornais .. e tudo mais.

Bom, confesso que é vergonhoso está tão atrasado em postagens no blog (e pensar que o post anterior foi finalizado com um frustrado "até semana que vem", rs), mas resolvi mudar esse quadro, uashuashduhasd! Nessa postagem vou comentar a aula do dia 14/09. Nessa aula analisamos de forma crítica a credibilidade de certos textos, de fontes diversas.


Será que se pode confiar em tudo que lemos? Até onde a verdade predomina? A aula foi bastante interessante e nos fez refletir sobre o quanto estamos rodeados de informações duvidosas, o quando é válido conhecer e, antes de tudo, confiar nas fontes que utilizamos para nos informarmos. Relembramos as diversas PULHAS VIRTUAIS



que tornaram-se famosas abordando temas polêmicos e lotaram as caixas de entrada de brasileiros que, muitas vezes, acreditaram nelas. Portanto, pudemos inferir que o meio virtual nem sempre é confiável o bastante, e que devemos tomar cuidado com informações advindas de tal. A aula, em seu contexto geral, foi descontraída e trabalhou a nossa criticidade perceptiva.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

É aula! \o/

Acho que o "mais tarde" do post anterior demorou mais do que eu imaginava, mas, enfim, aqui estou eu para discorrer realmente sobre as aulas de metodologia, rs.
Bom, vou compilar as duas primeiras aulas nesse único post, por dois grandes motivos: além da primeira aula ter influenciado nas atividades da posterior, escreverei menos. Objetividade é tudo, uhauhauhauauah!
A aula inicial, no dia 24 de Agosto, foi bem aproveitável. Basicamente a aula serviu para nós, alunos, conhecermos tanto o professor - bem como sua metodologia de ensino, didática, forma avaliativa, atividades complementares, etc - quanto nos aproximarmos mais uns dos outros. Em um segundo momento da aula, após as "apresentações" e reconhecimentos, o professor lançou três questionamentos (simples e complicados, rs) para respondermos e discutirmos na aula seguinte. E foi-se mais um dia na Uefs.
No dia 31 de Agosto tivemos o nosso segundo encontro com o professor Eric Maheu. A aula se dividiu, mais uma vez, em dois momentos peculiares. Primeiramente discutimos, como prometido, as perguntas da aula passada. Foi interessante. É bom descobrir que perguntas simples nem sempre possuem respostas que se encaixem nessa mesma categoria. O que é ciência? O que é pesquisa? Bom, deixemos essas respostas para serem dadas em uma próxima oportunidade. Hauhauahuah! Depois de separadas em subgrupos de afinidade e correlacionadas com o senso comum, as respostas serviram para nos mostrar o quão diversificada é a mente humana. Quantas respostas diferentes, particulares. Mais um aprendizado.
A segunda parte desta mesma aula resumiu-se a uma "mesa redonda", na qual expusemos nossos pontos de vista acerca da vida universitária e as mudanças proporcionadas por esta. A responsabilidade. A sensação de liberdade, mesmo que regada a "chuveiradas" de compromisso, rs, o que essa transição ensino médio/superior implicará na nossa vida pessoal e o nível de amadurecimento que precisamos ter.
Enfim, a aula foi, sem dúvidas, válida e interessante.
Até semana que vem. ^^

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Mudança de vida

Provavelmente é muito chato ficar perambulando por módulos dentro de uma universidade estadual, assistindo aulas (quando elas acontecem, obviamente) em tempo integral, e reforçando os estudos com apostilas e livros monstruosos no tempo restante. É, deve ser. Felizmente vivo outra realidade. Ou melhor, procuro encarar os fatos de outra perspectiva. A chatisse de determinadas aulas e o próprio cansaço inerente a tanta correria é compensada pela oportunidade de conhecer pessoas novas, legais, e que provavelmente conviverão comigo durante alguns próximos anos - aproveito a oportunidade para dedicar meu apreço tanto aos meus colegas de sala, quanto a galera do segundo semestre - e principalmente a eles - que a cada dia se tornam mais meus amigos.
E, além disso, a recompensa maior é saber que esse "tempo perdido" não representa desperdício de vida, mas que os frutos desta jornada serão colhidos mais tarde - dentro do meu consultório, claro!
Resumindo, só sei que estou dentro de uma universidade que possui excelência no curso de Odontologia, e que só sairei dela com um diploma em mãos, não importando quantas noites terei que perder para isso (muitos fifós estão por vir, rs), ou quão grande seja o esforço necessário.
Mais tarde postarei sobre as aulas de metodologia, já que é o objetivo central do blog, mas, não poderia deixar de fazer essa postagem introdutória. Enfim, é isso.